... eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida. Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes e aceitação dos defeitos, mas sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
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