13 de agosto de 2012
12 de agosto de 2012
Como vai você?
Aquele que conhece os outros é sábio.
Aquele que conhece a si mesmo é iluminado.
Aquele que vence os outros é forte.
Aquele que vence a si mesmo é poderoso.
Aquele que conhece a alegria é rico.
Aquele que conserva o seu caminho tem vontade.
Seja humilde e permanecerás íntegro.
Curva-te e permanecerás ereto.
Esvazia-te e permanecerás repleto.
Gasta-te e permanecerás novo.
O sábio não se exibe, e por isso brilha.
Ele não se faz notar e por isso é notado.
Ele não se elogia e por isso tem mérito.
E, porque não está competindo, ninguém no mundo pode competir com ele.
11 de agosto de 2012
20 dicas de sobreVivências...
1 Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você
é a estátua.
2 Mantenha sempre suas palavras leves e doces, pois pode
acontecer de você precisar engolir todas elas.
3 Só leia coisas que faça você se sentir bem (ou procure manter
a aparência de quem está bem enquanto lê coisas ruins), caso você morra durante
a leitura.
4 Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos!
5 Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser
vago.
6 Se você emprestar R$500 para alguém e nunca mais ver essa
pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dessa má
pessoa.
7 Pode ser que o único propósito da sua vida seja servir de
exemplo para os outros.
8 Nunca compre um carro que você não possa manter.
9 Quando você tenta pular obstáculos lembre-se de que está com
os dois pés no ar e sem nenhum apoio.
10 Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para
participar e se divertir no baile, levante, dance, e pronto.
11 Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo
pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.
12 Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro
fica preso na ratoeira. Saiba esperar.
13 Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.
14 Quando tudo parece estar vindo na sua direção,provavelmente
você está no lado errado da estrada.
15 Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais
tempo você vive.
16 Alguns erros são divertidos demais para ser cometidos só uma
vez.
17 Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns
têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns
têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam
viver na mesma caixa.
18 Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando
em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é
quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.
19 Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada.
Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que contemplam a paisagem do alto
e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".
20
Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida,
desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo
atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.
8 de agosto de 2012
6 de agosto de 2012
Dica de leitura
Calixto é um homem comum, mas, como tantos cidadãos ele, acorda cedo para fazer parte do labirinto da vida cotidiana. À noite, volta para casa onde encontra sua mulher e sua filhinha, nada mais normal. Mas não é disso que esta obra trata. Sem que ele queira, tudo começa a não fazer mais sentido. Calixto parece não saber como reagir, se é que quer fazer isso. Suas tentativas logo se mostram infelizes e sua conformação incomoda, embora ele tenha a sua frente um portal para mudar tudo.
Se eu não tivesse tão fora de moda... III
... eu iria falar em Amizade.
Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar.
Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar.
Se eu não tivesse tão fora de moda... II
... eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida. Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes e aceitação dos defeitos, mas sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida. Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas.
5 de agosto de 2012
Se eu não tivesse tão fora de moda... I
... eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero,
olhos nos olhos,
frio no coração,
aquela dorzinha gostosa
de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que
só quem já amou um dia conhece bem.
Daquela vontade de repartir,
de conquistar todas as coisas,
mas não para retê-las
no egoísmo material da posse,
mas para doá-las
no sentimento nobre de amar.
4 de agosto de 2012
Aqui é o meu lugar!
Parabéns, João Pessoa.
Cidade que já tem alguns séculos,
mas tem corpinho de adolescente
e sofre das mesmas crises de qualquer
jovem garota.
Cidade que já levou o meu nome,
ou seria o meu nome que veio da cidade
- Philipéia de Senhora das Neves.
427 anos de fundação e cada dia é descoberta
por tantos outros que aqui chegam.
Redescubra todos os dias,
em todos os cantos,
de qualquer modo esta Pessoa: João, João Pessoa.
Cidade que já tem alguns séculos,
mas tem corpinho de adolescente
e sofre das mesmas crises de qualquer
jovem garota.
Cidade que já levou o meu nome,
ou seria o meu nome que veio da cidade
- Philipéia de Senhora das Neves.
427 anos de fundação e cada dia é descoberta
por tantos outros que aqui chegam.
Redescubra todos os dias,
em todos os cantos,
de qualquer modo esta Pessoa: João, João Pessoa.
2 de agosto de 2012
31 de julho de 2012
Qual é a cor do amor?
Professora de Minas Gerais integra Linguagem Oral, Matemática, Artes Visuais, Natureza e Sociedade com projeto de leitura
A pedagoga
Rosemeire Xavier (foto), do colégio Casa de Brinquedo, em Vespasiano (MG), idealizou o projeto Qual É a Cor do Amor? com intuito de incutir hábitos de leitura desde cedo nas crianças e reforçar o prazer dessa atividade, tanto no âmbito da escola como no da família. “A leitura conjunta de um adulto com as crianças proporciona um envolvimento direto dos pequenos com o livro, tornando esta experiência vital, efetiva e divertida”, conta a pedagoga. No projeto, foram trabalhados diversos eixos temáticos, como Linguagem Oral, Natureza e Sociedade, Artes visuais, Culinária, Matemática e Movimento. Acompanhe algumas atividades desenvolvidas com a turminha.
Qual é a cor do amor?
Para começar, a professora espalhou cartazes na escola com a frase Qual É a Cor do Amor?, título do livro adotado para o projeto, e pediu que as crianças dessem sua opinião. “Alunos de outras turmas, professores e até os pais responderam nos cartazes também, gerando um envolvimento muito grande de toda a escola”, conta Rose.
Hora da Matemática
Após recolher os cartazes, que ficaram anexados na escola por três semanas, foi apurando o resultado sobre qual seria a cor do amor. A professora anotou na lousa as cores citadas, com ajuda das crianças, fez a contagem e questionou qual cor foi a preferida e qual foi a menos citada. “A mais citada foi a vermelha, por associação com o coração, mas também surgiu preto, roxo, cor-de-rosa e todas as cores do arco-íris”, diz a professora.
Visita ao zoológico
No livro, um elefantinho cinzento queria descobrir a cor do amor e perguntava a todos seus amigos. Para aproximar os alunos do tema, a professora levou os alunos ao zoológico, para que vissem um elefante de verdade. Na ocasião, foi adotado também um elefantinho cinzento de pelúcia como mascote da turma, e as crianças fizeram uma votação para escolher o nome dele: Miolinho. Durante o passeio, a professora começou a contar a história e deixou o desfecho para que pais e filhos descobrissem qual seria a cor do amor.
Parceria com os pais
A cada semana, um aluno levava para casa o elefantinho e uma sacola literária, contendo o livro, um caderno para registrar a visita do mascote e para fazer uma enquete sobre qual seria a cor do amor, perguntando para os pais e familiares. Além disso, os pais deveriam ajudar os filhos a pesquisar curiosidades sobre os elefantes. Na escola, cada criança apresentava sua entrevista para os colegas e todos podiam opinar sobre as hipóteses dos entrevistados, manifestando também sua própria opinião, além de compartilhar as informações levantadas sobre os elefantes. “Foi curioso notar o envolvimento muito grande dos alunos, os pais comentavam que as crianças saíam perguntando sobre a cor do amor para todo mundo, até quando passeavam no shopping, por exemplo!”, conta Rose.
Vamos brincar com as cores
O projeto foi encerrado com uma festa das cores comemorando o aniversário do elefantinho cinzento na escola. Foi uma festa à fantasia, em que as crianças escolheram as cores de que mais gostavam para ter destaque na roupa e cantaram parabéns para o Miolinho. No dia da festa, as crianças fizeram a brincadeira do Elefante Colorido, que funciona assim: a professora diz “elefante colorido”, e as crianças perguntam “qual é a cor?”. Na sequência, a educadora responde determinada cor e os pequenos saem correndo à procura de algum objeto da cor solicitada.
Todas as cores do mundo
Durante a execução do projeto, alunos, familiares e a comunidade escolar se envolveram e demonstraram alegria e satisfação em participar, relatando a importância de inserir a ludicidade no estímulo à leitura e de construir vínculos afetivos entre família e escola. “O projeto foi muito envolvente e divertido, e foi importante ressaltar que por meio da literatura pode-se aprender brincando!”, comenta Rose. Ficou curiosa para saber qual a cor do amor? Sem querer estragar o final do livro, Rose ressalta que a mensagem final é a valorização das diferenças: “Não há uma única cor para representar o amor, cada um tem sua opinião e deve ser respeitada”.
29 de julho de 2012
Já é - Lulu Santos
Sei lá...
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Sei lá...
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!
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